1973 - Stewart dá o troco em Fittipaldi

 

Nada mais nada menos que 15 Grandes Prêmios foram realizados na temporada de 75, a maior em número de provas disputadas até então. A Holanda voltou à categoria e dois países receberam a Fórmula 1, oficialmente, pela primeira vez: a Suécia e o Brasil. Na dança das cadeiras dos pilotos, a Lotus contratou Ronnie Peterson para ser o companheiro de Emerson Fittipaldi. Clay Regazzoni saiu da Ferrari e junto com Niki Lauda formou a dupla da BRM.

A escuderia italiana dispensou Mario Andretti e transformou Arturo Mezario no parceiro de Jack Ickx. Bernie Ecclestone demitiu o ex-campeão Graham Hill da Brabham e John Surtees contratou José Carlos Pace. Já a Tyrrell e a McLaren mantiveram seus pilotos. Entre os novatos do ano estavam James Hunt, futuro campeão de 76, e Jody Scheckter, futuro campeão de 79. Também estreou na categoria Wilson Fittipaldi, irmão de Emerson, marcando três pontos com o sexto lugar na África do Sul e o quinto, na Holanda.

A briga pelo título ficou, novamente, concentrada entre Fittipaldi e Stewart. Emerson começou bem a disputa ao vencer os dois primeiros GPs (Argentina e Brasil) e seguiu com bons resultados até meados da temporada – foi 3º na África do Sul e na Bélgica, voltou ao topo do pódio na Espanha e acabou em 2º no GP de Mônaco. Depois disso, não conseguiu pontuar em quatro provas consecutivas e ainda viu Jackie Stewart marcar mais pontos que ele.

No final, Jackie conquistou mais vitórias (5 a 3) e obteve 71 pontos, contra 55 do brasileiro. Além do título, o escocês ainda bateu o recorde de vitórias de Jim Clark. Já a Lotus se fez valer do talento de sua dupla de pilotos e acumulou 92 pontos no campeonato de construtores, dez a mais que a Tyrrel e 34 na frente da McLaren, conquistando seu segundo título consecutivo e o sexto de sua história, configurando-se na equipe mais vitoriosa da Fórmula 1 até ali.

 

Jackie Stewart 

 
 
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