No segundo campeonato da Fórmula 1, o argentino Juan Manuel Fangio – vice-campeão no ano anterior – voltou a disputar o título. Desta vez, contra Alberto Ascari, guiando a Ferrari. A escuderia italiana passou a ameaçar a supremacia da Alfa Romeo, vencendo três provas – uma a menos que a equipe de Fangio.
Mônaco não participou do calendário, que ganhou mais uma prova – o GP da Espanha, e estendeu-se até o mês de outubro. A temporada voltou a contar com a presença das 500 milhas de Indianápolis, corrida realizada apenas três dias após a abertura do campeonato e, novamente, sem contar com a presença dos pilotos da categoria.
Tornar-se campeão não foi fácil para Fangio. Apesar de ter vencido quatro das sete provas que valiam para o campeonato e de ter sido o mais veloz em cinco corridas – o que lhe garantiu cinco pontos extras, a decisão só veio na última corrida, no circuito espanhol de Pedralbes, no dia 28 de outubro.
Quem vencesse a prova levaria o troféu para casa. Ascari entrou com vantagem ao obter a pole, mas o argentino tomou a liderança, enquanto Ascari amargou a quarta colocação e terminou a corrida duas voltas atrás. Assim, Fangio conquistou o primeiro de seus cinco títulos.
Para o Brasil, a temporada de 1951 marcou a estréia do país na Fórmula 1. O fato ocorreu no dia 16 de setembro, no circuito de Monza. Pilotando a Ferrari número 12, Chico Landi tornou-se o primeiro brasileiro a disputar uma prova da categoria. Com 2’11’’2, alinhou na 16ª entre as 22 posições do grid. Infelizmente, abandonou a corrida com problemas de transmissão. No entanto, começava ali a história do Brasil na F1.
  
 
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