Quando a Fórmula 1 começou em 1950, o GP de Indianapolis (e não dos Estados Unidos) foi a terceira prova a ser disputada. Os pilotos que corriam na Europa não participavam do Grande Prêmio no famoso circuito norte-americano. A única exceção foi a presença de Alberto Ascari, com a Ferrari, em 1952.
Foram 11 edições da corrida e em apenas uma delas a prova não foi disputada em um 30 de maio. Já tradicional nas terras de Tio Sam, o GP de Indianapolis era o que mais apresentava pilotos no grid.
Seu maior vencedor foi Bill Vukovich, que chegou em primeiro lugar por lá duas vezes. O campeão, no entanto, faleceu na edição de 1955 depois de sofrer um acidente:
Em termos de pole position, ninguém conseguiu alcançar uma supremacia na época em que Indianapolis era um dos GPs da Fórmula 1. De 1950 a 1960, houve um piloto diferente largando na frente em cada ano.
Por 40 anos, Indianapolis ficou de fora da categoria. Seu retorno, em 2000, foi como sede do Grande Prêmio dos Estados Unidos. Nessa breve volta, foi palco de uma cena inusitada: por questões de segurança, a fornecedora de pneus da maioria das equipes solicitou aos pilotos que não participassem da prova. Resultado: apenas seis carros largaram em 2005.
A última corrida de Fórmula 1 disputada em Indianapolis foi em 2007 e, desde então, a categoria não voltou a pisar em solo norte-americano.