Em 1997, 24 anos após ter encerrado sua carreira como piloto bem sucedido na Fórmula 1, Jackie Stewart resolveu voltar à categoria. Junto com seu filho Paulo, fundou a Stewart Grand Prix. A escuderia estreou no GP da Austrália daquele ano e disputou 49 corridas em três temporadas.
Nos três mundiais que viveu sob a batuta do tricampeão, a equipe teve quatro pilotos em seus cockpits: Rubens Barrichello – único presente em todas as provas da escuderia -, Jan Magnussen, Jo Verstappen e Johnny Herbert, dono da solitária vitória da Stewart.
O primeiro lugar aconteceu no GP da Europa disputado em Nurburgring em 1999. Foi também no último ano de vida da equipe que ela obteve sua única pole position. Rubinho conseguiu o feito no GP da França de 99.
Barrichello também levou a escuderia a outros quatro pódios. O primeiro deles em 1997, no GP de Mônaco, quando chegou em segundo lugar atrás da Ferrari de Michael Schumacher; depois em San Marino, França e no mesmo GP da Europa vencido por Herbert – todos na terceira colocação.
Apenas um fabricante de motores equipou a Stewart, o Ford Cosworth. Impulsionada por ele e pelo resultado de seus pilotos, somou 47 pontos – uma média de 15,67 pontos por temporada. No Mundial de Construtores, teve seu melhor desempenho coroado com a quarta colocação em 1999, ficando atrás apenas da Ferrari, da McLaren e da Jordan, mas à frente da tradicional equipe Williams, por exemplo.
Ao final daquela temporada, a Stewart foi vendida e deu origem à equipe Jaguar, que em 2005 foi comprada pela Red Bull.