Force India F1 Team

Uma coisa é certa sobre a Force India e a tornou famosa antes mesmo de sua estréia na Fórmula 1: dinheiro não lhe falta. A mais nova equipe da categoria surgiu com a compra da Spyker, que por sua vez havia adquirido a Midland (ex-Jordan), e tem como dono o indiano de 52 anos Vijay Mallya – responsável por um conglomerado multinacional desde que tinha 28 e é doutor honoris causa pela Universidade do Sul da Califórnia. A Force Índia tem ainda como dono Michiel Mol, especialista em Ciência e Matemática pela universidade européia de Leiden.

O diretor da equipe continuou sendo Colin Kolles e a escuderia conta com parcerias com a Ferrari (fornecimento de motores), Bridgestone (pneus) e a Magneti Marelli's Motorsport (design e vendas de peças, hardware e produtos de software). A Force Índia possui 16 patrocinadores, dentre eles a Airbus, a Royal Challenge, a Samsung e a AVG Internet Security.

Em outubro de 2007, Mallya e Mol criaram a Orange Índia Holdings (OIH) para comprar a Spyker. Entretanto, sua origem pode ser remontada até 1991, ano da fundação da Jordan – que foi vendida à Midland em 2005. A instabilidade na equipe foi tanta que eles tiveram seis pilotos nos testes das sextas-feiras. Markus Winkelhock correu em Sakhir, Melbourne, Hockenheim e Hungaroring. Mondini testou em Sepang, Imola, Barcelona, Monte Carlo, Silverstone, Montreal, Indianápolis, Istanbul e Monza. Adrian Sutil teve sua vez em Nürburgring, Magny-Cours e Suzuka. Prémot pilotou em Shangai e Viso, em Interlagos.

Já no GP da China de 2006, o nome da Midland foi alterado para Spyker MF1 Racing. A MF1 foi a primeira equipe russa da história da Fórmula 1 e teve vida curta na categoria. Comprou a Jordan em 2005 por 60 milhões de dólares e antes do fim da temporada de 2006 foi vendida para a Spyker. No Campeonato de Construtores do ano passado, a Spyker conseguiu marcar um ponto. Foi no GP do Japão com o oitavo lugar de Adrian Sutil. A classificação na prova nipônica rendeu à escuderia à 10ª colocação entre as equipes.

A temporada de estréia da Spyker foi marcada também pela troca de pilotos. A dupla inicial da equipe era composta por Sutil e Christijan Albers. No entanto, Albers acabou sendo demitido após o GP da Inglaterra. Oficialmente, a falta de um patrocínio mais forte advindo do piloto gerou a demissão, mas há quem diga que o motivo real foi a inabilidade de Albers na direção de seu bólido. Na corrida seguinte, a escuderia promoveu a participação de Markus Winkelhock. O alemão chegou a liderar a prova pelas circunstâncias conseqüentes de acidentes provocados pelo mau tempo e o fato é que o piloto foi substituído a partir do seguinte e a Spyker manteve-se com Sakon Yamamoto e Sutil até o final da temporada.

No dia 24 de outubro, a FIA confirmou a troca de nome da escuderia para Force India.

A Force India não conseguiu sequer pontuar no Mundial de Construtores em seu ano de estreia na Fórmula 1 e levantou a certeza de que o dinheiro que lhe era abundante não estava sendo bem aplicado. Já em 2009, marcou 13 pontos e ficou à frente da Toro Rosso. Tudo isso graças ao inacreditável segundo lugar de Giancarlo Fisichella no GP da Bélgica, quando um dia antes havia conquistado a pole position; e à quarta colocação de Adrian Sutil, na Itália. Assim, terminou o Mundial de Construtores em nono lugar.

 

Force India F1 Team
Site Oficial: www.forceindiaf1.com
Pilotos 2010: Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi
Piloto de teste: Paul di Resta
Modelo 2010: Force India VJM 03
Motor: Mercedes-Benz FO 108X

Pneus: Bridgestone
GPs Disputados: 35

Pole Positions: 1
Vitórias: 0

Voltas mais Rapidas: 1
Mundial de Construtores: 0

Mundial de Pilotos: 0

Crédito das imagens: Divulgação e LAT.

m.

 

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