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Pedro de la Rosa

Nascido em Barcelona no dia 24 de fevereiro de 1971, Pedro de La Rosa iniciou a carreira no começo dos anos 80, mas como piloto de carros dirigidos por controle remoto. Entre 1983 e 1987, foi campeão europeu duas vezes, e campeão mundial nesta modalidade em outra oportunidade. Somente quando tinha 17 anos, passou a competir com karts em provas locais na Cataluña.

Foi, então, convidado a integrar a chamada Ofensiva Uno, uma espécie de categoria-escola desenvolvida pela Federação Espanhola de Automobilismo. Em 1989, foi o campeão com duas vitórias em sete corridas. Em 1990, conquistou a Fórmula Ford 1600 espanhola, com oito vitórias em dez provas. Seu último ano no país natal foi em 1991, na Fórmula Renault. Desta vez, acabou o campeonato em quarto lugar.

Na temporada seguinte, disputou e levou o troféu de campeão na Fórmula Renault europeia e britânica. Em 93 e 94, o espanhol optou por competir apenas na Fórmula 3 britânica e não conseguiu resultado expressivo algum. Os títulos voltaram a aparecer quando De La Rosa se mudou para o automobilismo japonês. Em 95, disputou a Fórmula 3 do país do sol nascente e em 97, a Fórmula Nippon – este, por sinal, foi o último troféu de campeão obtido pelo espanhol em sua carreira.

Isto porque, em 1998, De La Rosa assinou como piloto reserva e de testes da Jordan na Fórmula 1 e não saiu mais da categoria mais famosa do automobilismo mundial. Sua primeira corrida na F1 foi no GP da Austrália de 1999, agora pilotando para a Arrows, e terminou na sexta colocação, o que lhe rendeu o primeiro dos 29 pontos obtidos em todos estes anos na F1.

Na temporada seguinte, mais dois sextos lugares (nos GPs da Europa e da Alemanha) lhe deixaram na 15ª colocação geral no Mundial de Pilotos. Em 2001 e 2002, pilotando a Jaguar, só conseguiu o 5º lugar na Itália e o 6º no Canadá. Nada mais além disso. A partir de 2003 se tornou o piloto de testes da McLaren.

Até 2009, seu último ano na escuderia inglesa, De La Rosa só participou de nove corridas: uma em 2005 (GP do Bahrein) e outras oito em 2006, todas em substituição ao colombiano Juan Pablo Montoya – sendo que, em 2006, de forma definitiva até o fim da temporada, uma vez que Montoya foi demitido da escuderia. Apesar de ser a opção natural à saída de Montoya, não foi a De La Rosa quem a McLaren contratou como piloto titular para a temporada de 2007.

A equipe preferiu trocar os pilotos que haviam pilotado em 2006 e contratou o bicampeão Fernando Alonso e o novato (e pupilo do chefe da equipe, Ron Dennis) inglês Lewis Hamilton. Ao espanhol coube, como uma espécie de prêmio de consolação, a permanência como piloto de testes. No segundo semestre de 2007, o trio da McLaren acabou se envolvendo em uma trama de espionagem no famoso caso das informações repassadas por um ex-funcionário da Ferrari. E-mails trocados entre De La Rosa e seus companheiros de equipe os levaram a julgamento no tribunal da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Entretanto, todos saíram ilesos, inclusive Pedro.

Em 2008 e 2009, o espanhol continuou como piloto de testes da McLaren, mesmo após a saída de Alonso em 2007. Em compensação, foi eleito o presidente da Associação dos Pilotos de Grandes Prêmios (GPDA) por dois anos seguidos. No dia 19 de janeiro de 2010, De La Rosa foi anunciado como piloto titular da Sauber.

O espanhol é casado, sua mulher se chama Reyes e o casal tem três filhas: Georgina, Olivia e Luna. O espanhol tem 1,77cm de altura e pesa 74kg. Entre seus hobbies está aeromodelismo, andar de bicicleta e cross country no gelo.

 

 

Site Oficial: www.pedrodelarosa.com

 

 
 
 
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